O despertador tocou às cinco e quarenta, encontrando Anne de olhos abertos.
Ela havia dormido, mas não o suficiente para se sentir descansada. A conversa na calçada retornara algumas vezes durante a noite, sobretudo o instante em que Oliver desviou os olhos para o carro e disse que precisava ir. Anne não esperava que uma explicação resolvesse tudo, mas acreditara que, ao menos, ele tentaria começar.
Oliveira surgiu ao lado da cama e apoiou uma das patas no colchão.
— Eu já vi você — murmurou