Entrar em Hoshizato era como caminhar para dentro de uma história que existia muito antes de qualquer um de nós nascer.
As ruas eram largas, mas tranquilas. Em vez do barulho dos mercados que eu já conhecia, ali predominava outro tipo de movimento. Homens e mulheres carregavam pergaminhos, réguas de madeira, instrumentos de metal e pequenos cadernos cheios de anotações. Em praticamente todas as casas havia desenhos de estrelas gravados nas portas ou pendurados nas janelas.
Era uma cidade que vi