Deixamos as ruínas sem dizer uma palavra.
O silêncio que nos acompanhava já não era o mesmo do jardim. Lá, ele parecia exigir respostas. Agora, apenas nos dava tempo para organizar tudo o que havíamos descoberto.
Olhei uma última vez para o corredor de pedra atrás de nós.
Nada havia mudado.
As paredes continuavam antigas, desgastadas pelo tempo, como se jamais tivessem guardado provas capazes de julgar o coração de alguém.
Ainda assim, eu sabia que bastava atravessar aquelas passagens outra vez