Quando tudo isso acaba, eu me dirijo para o lado de fora sem pensar duas vezes. Espero Evelyne se despedir de suas colegas e vir até mim. Já estamos perto das 18 horas, quase na hora do jantar.
— Eu acho que não foi uma boa ideia ter trazido você aqui — ela diz. — Deve ter sido uma tortura, né?
— Eu adorei — minto, arrancando uma gargalhada dela. Ela tem um sorriso bonito. — É sério. Não foi tão ruim.
Ela põe a mão nos bolsos do moletom.
— Me desculpe pelas garotas. Elas não te infernizaram por