— Está sim. — Respiro fundo, olhando pela janela do carro.
Pego minha bolsa e meu celular e já passava um pouco mais das 18h.
— Me ligue quando quiser ir para casa, ok? — Jenny parece um gavião observando seu alvo.
— Tá! — Dou de ombros, encarando-a.
Abro a porta do carro, em seguida agradeço minha