* Michel
O relógio marcava quase cinco horas da manhã. Depois de conversar com a equipe médica, deixei dois seguranças na porta da UTI e outros dois acompanhando a mãe de Ravena. Antes de sair, entrei por alguns minutos no quarto. Ela permanecia imóvel. Os aparelhos monitoravam seus sinais vitais. Aproximei-me da cama. Segurei sua mão com cuidado. Estava fria. Passei o polegar lentamente sobre seus dedos.
— Eu preciso sair por algumas horas.
Minha voz era baixa.
— Mas eu volto.
Olhei pa