Enfim... a realidade me chama de volta ao mundo. Um casamento, um ritual social desprovido de significado, mas que exige a minha presença. Um dos nossos se une, e o capitão não pode se ausentar. Uma camisa social impecável, uma calça de alfaiataria sob medida... a armadura de um predador em meio à selva urbana. Detesto esses eventos, a falsidade dos sorrisos, a superficialidade dos encontros. Mas a obrigação me precede. Devo manter as aparências, fortalecer os laços, mostrar que estou presente