— Meu Deus do céu... — levo a mão à boca, sufocando o horror.
— A senhora vai cuidar do meu irmãozinho? — a Gabriela me olha com uns olhos cheios de um desespero tão profundo que me corta ao meio. — Tia, por favor... não bate nele, por favor! Se o meu pai deixar, eu levo o Bruninho comigo! Mas se ele tiver que ficar aqui... não faz mal para ele, por favor!
— Minha vida, escuta bem o que eu vou te dizer — seguro as mãozinhas trêmulas da Gabriela. — Ninguém nessa casa vai encostar um dedo no seu