Ele admitiu de maneira tão direta que Melissa ficou surpresa.
— Você... Você não me culpa?
Pedro achou estranho:
— Por que eu te culparia? Quando fui sequestrado, você era só uma criança. Se for para culpar alguém, certamente não seria você. Além disso, você tem me procurado todos esses anos. Como eu poderia te culpar?
Ele se esforçou para agir como um irmãozinho obediente e compreensivo.
Melissa suspirou aliviada e, só então, esboçou um sorriso.
Os dois começaram a trocar experiências