Keira estava exausta até os ossos, nem o café conseguia mais manter os olhos abertos. A cabeça ficava caindo para frente apesar dos seus melhores esforços para se manter alerta.
— Você precisa dormir — Alexei disse, observando a batalha dela.
— Estou bem — ela murmurou, mas as pálpebras iam ficando mais pesadas a cada segundo.
— Tem um quarto lá no fundo. — Ele gesticulou para a parte traseira do avião. — Vai deitar.
— Não preciso... — Ela começou a protestar, mas outra onda de esgotamento a