Dava para perceber que a dúvida dele era genuína, mas, mais uma vez, aquilo não era sobre mim. Era sobre ele estar percebendo que não tinha controle sobre o que estava acontecendo.
Eu podia fazer duas coisas naquele elevador: cair naquela conversa e dizer que o entendia, que era normal sentir dúvidas sobre os sentimentos, ou deixar claro que já tinha entendido o seu jogo. Por mais que ainda não me sentisse segura para enfrentá-lo daquela forma, escolhi a segunda opção.
— Então faça assim: enqua