A voz de Mia foi ouvida do outro lado da porta.
"Celine, estás aí dentro? Trouxe-te uma bata".
Celine recuperou a compostura antes de se virar para abrir a porta.
"Obrigada."
"De nada."
Enquanto sorria, Mia notou o olhar desorientado no seu rosto. Por isso, ela perguntou por preocupação: "Celine, estás bem?".
Forçando um sorriso, Celine abanou a cabeça.
Embora estivesse a abanar a cabeça, os seus traços faciais diziam: "Tenho algo em mente. Estou triste".
Era óbvio que a Mia tinha