O fogo que não se esconde
Duas semanas haviam se passado desde a noite explosiva no palácio Al-Mansour. Duas semanas em que Melina Petrova mal trocara três mensagens com Ferith. “Precisamos conversar”, ele escrevia. Ela respondia com um seco “Quando eu quiser”. A raiva não esfriara. Cinco anos de segredo, o anúncio público sem aviso, a decisão dele de aceitá-la dormir no palácio como se ela fosse propriedade… tudo ainda queimava no peito russo. Ela dançava mais do que nunca. Ensaios até o ama