Nesse dia, Susan não acordou mais e Luizão ficou preocupado.
Ela acordou cedo e desceu sem Octávio. Luizão já a esperava ansioso, próximo a mesa do café.
— Susan! Meu Deus! Como você está?— ele disse aflito.
Susan olhou na direção da cozinha, em seguida, começou a cochichar nervosa:
— O que aconteceu, Luizão? Acordei me sentindo abusada! Sim, é essa a palavra! Estava seminua e dolorida! O crápula não dormiu! Como isso foi possível? Você não colocou o sonífero?
Luizão respondeu impaciente:
—