A manhã na Carter Enterprises começou com o som rítmico dos saltos agulha de Cristina Parker ecoando pelo corredor. Ela não estava ali para uma reunião de rotina; estava ali para terminar o que Alex começara no dia anterior. Com um envelope vazio em mãos e o olhar carregado de um cinismo refinado, ela abriu a porta da sala de Maísa sem bater.
— Onde estão os meus relatórios? — a voz de Cristina cortou o ar, fria e exigente.
Maísa, que parecia não ter dormido bem, apontou para uma pilha de papéi