Sua voz é baixa, mas carrega um peso ameaçador, como se cada sílaba fosse cuidadosamente escolhida para me manter no lugar, presa por um fio invisível de terror.
Engulo em seco, minha boca repentinamente seca. Tento dar um passo para trás, mas meus pés parecem grudados ao chão.
— Q-Quem… quem é você? E o que está fazendo aqui? — minha voz sai trêmula, uma sombra do tom firme que deveria ter.
Ele sorri. Um sorriso lento, arrastado, sem um pingo de simpatia. Apenas algo cruel e consciente do medo