A segunda-feira começou como qualquer outra.
O Grupo Vance despertava antes mesmo de o relógio marcar oito horas. Funcionários atravessavam o enorme saguão carregando pastas, tablets e copos de café. O som dos elevadores, telefones e passos apressados criava a sinfonia típica de uma empresa onde cada minuto parecia valer milhões.
Aléxia atravessou a recepção cumprimentando algumas pessoas pelo caminho.
Nos últimos meses, aquele prédio deixara de ser apenas o local de um projeto importante.
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