Mundo ficciónIniciar sesión— ELIZABETH —
O medo me consumiu diante de tal ameaça. Eu senti a tensão no ar aumentar, uma ameaça silenciosa pairando entre nós, mas não poderia permitir que ele vencesse. Hugo achava que tinha o controle, que podia manipular tudo ao seu redor. Mas eu sabia que ele estava cometendo um erro. Eu estava trancada no cativeiro, mas a minha mente estava livre. E enquanto eu ainda tivesse algum controle sobre minha vida, não permitiria que Hugo destruísse a vida de Patrício, nem a minha e a do meu filho. Eu tinha que encontrar uma maneira de escapar, uma maneira de lutar contra esse pesadelo e trazer tudo à tona. Eu sabia que, no fim, não era Hugo quem controlava a situação. Era eu. — Hugo, por favor… Ele se virou, caminhando até a porta. — Eu esperei anos por esse momento, e agora ele finalmente chegou. Antes de sair, ele se virou para mim mais uma vez, o olhar carregado de promessas sombrias.