CAPÍTULO 224 — A COISA MAIS HUMANA DO MUNDO
Depois da última frase…
o telefone apagou.
E dessa vez…
o silêncio pareceu definitivo.
Não porque o fundo tivesse desaparecido.
Mas porque ele estava tentando não sentir.
Tentando empurrar de volta para profundidade tudo aquilo que aprendera sobre humanidade antes que o desejo de existir entre pessoas destruísse o restante da contenção.
O ambiente inteiro ficou imóvel durante vários minutos.
A cozinha parecia normal novamente.
Só uma cozinha velha.
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