Andando em um longo e escuro corredor, Lucian só podia ouvir os sons dos próprios passos. Havia hesitação em seu caminhar, e seus olhos não desgrudaram da única porta do Palácio que lhe pertencia. O corredor foi iluminado por um relâmpago e o silêncio foi substituído por uma alta trovoada que tremeu as vidraças daquele palácio. O clarão do relâmpago iluminou a fresta da porta que deveria estar fechada, e ali Lucian sentiu o seu coração acelerar ainda mais.
Contra o seu gosto, ele estendeu a mão