A ameaça da Kiara era evidente, e o tempo que vivi ao lado dela foi o suficiente pra eu entender que aquele era limite dela, não existia mais pra onde correr, nem o que evitar, só me restava aceitar qualquer decisão que ela tomasse, e me manter sempre por perto pra evitar uma morte.
A pedido dela, eu liguei pro nosso filho, e já estava tão frequente as minhas ligações pra ele, que a forma que ele me atendeu foi diferente.
— Qual o problema da vez, pai?
— Desculpe filho, sei que eu ando levando