O tempo passa e quando minha mãe chega já estou na metade da minha garrafa de uísque, sentado na minha cadeira com o blazer jogado em qualquer canto da sala. Minha mãe está acompanhada de um cara. O rosto dele não me é estranho, então o reconheço, é o mesmo cara que estava na maternidade quando as gêmeas nasceram
— Mãe!... Espero que ele não seja mais um dos que se envolveu com ela, ou esse lugar vai abaixo — Falo brevemente sem desviar meu olhar do homem na minha frente
— Prazer Sr. Zumach,