Quando chegamos ao karaokê o lugar estava completamente lotado. Levy deu nossos nomes na porta e um rapaz simpático, funcionário do lugar, nos conduziu até uma mesa perto do palco que estava reservada pra gente, chamando um garçom em sequencia.
Nos sentamos e pedimos as bebidas. Tinha um casal no palco cantando “Pintura íntima” do Kid Abelha de forma muito desafinada, mas todo mundo no bar cantava e incentivava os dois a continuarem. Era um ambiente muito descontraído, com uma energia incrível