“Lisandra”
O restante da tarde foi como um borrão, eu não vi o Patrício, ele ficou trancado em sua sala o resto do dia. Eu me concentrei no trabalho, mas não deixei de pensar no que a Catarina havia dito, que o Patrício tinha ido me procurar.
- Lisa, vamos? – Manu apareceu na porta e me chamou.
- Pode ir, Manu, eu ainda preciso ficar. – Respondi sem tirar os olhos da tela.
- Então eu vou te esperar. – Manu entrou na sala.
- Não, precisa, pode ir, isso aqui pode demorar. – Respondi.
- O que você