Layla estava ciente de que deveria evitá-lo.
A conversa da noite anterior ainda ecoava em sua mente, cada palavra dita, cada promessa velada. Oliver Blackwood não era um homem qualquer. Ele era um libertino, um aristocrata, alguém que nunca deveria ter cruzado seu caminho de maneira tão íntima.
E, no entanto, ali estava ela, de pé diante de um espelho gasto, tentando controlar os tremores em suas mãos enquanto se preparava para encontrá-lo novamente.
A manhã estava fria, e a neblina pairava sob