O trio caminhava em silêncio, cada passo os levando para mais perto do desconhecido. Ísis e Celina, ainda envoltas pela energia do Véu, sentiam-se conectadas a tudo ao seu redor: o murmúrio das árvores, o sussurro do vento, até o pulsar da terra parecia vibrar em harmonia com seus corações. Elias, sempre um passo à frente, olhava para o horizonte com um ar de propósito.
— Para onde vamos agora? — perguntou Celina, quebrando o silêncio.
— Para o limiar, — respondeu Elias sem hesitar. — Existe um