Quando Clara e Daniel abriram os olhos, encontraram-se em um espaço completamente desconhecido. O Véu, que antes os envolvia como uma presença esmagadora e caótica, agora os acolhia com uma serenidade quase maternal. O espaço ao seu redor era uma imensidão de estrelas e galáxias que pareciam pulsar em um ritmo próprio, como um coração cósmico, respirando com uma energia que vibrava em sincronia com a vida.
Eles não estavam mais limitados pelos corpos físicos; suas consciências expandiam-se para