CAPÍTULO 43

Sara havia me chamado para se encontrar com ela no bar e restaurante em frente a Universidade, eu tinha cogitado dezenas de vezes não aceitar o convite, ou simplesmente não ir. Mas eu conhecia a Sara, se eu não fosse ela iria atrás de mim.

- Você veio! - Ela sorriu. Miguel abriu espaço para mim na mesa. - Que cara é essa Jay?

- O de sempre. - Chamei o garson. - Um refrigerante de limão. 

- Claro Jay.  - Ele anotou depois me encarou. - Como está o Léo?

- Dormindo. - Respondo. - O médico nos falou que agora só depende dele. 

- Entendi, o menino faz falta aqui. - Ele suspirou.  - Estamos rezando por ele.

- Obrigado - Murmurei.

No atropelamento, Léo bateu com muita força a cabeça, quebrou uma perna e duas costelas. Ele perdeu muito sangue, só não morreu por milagre, após um uma semana na UTI, seu corpo foi melhorando, mas ele não acordou. Foi aí que os médicos notaram um coágulo no cérebro. Foi feito uma cirurgia na cabeça para a retir
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