CAPÍTULO 42

Léo estava em coma à seis meses já, durante o atropelamento, ele levou uma pancada muito forte na cabeça, os médicos fizeram o possível, mas agora só dependia dele, querer acordar. Eu ia todos os dias no hospital, e eu falava com ele, na esperança de que um dia ele acordasse.

- Jay, vou conversar com o médico e ligar para os avós do Léo, você fica com ele?

- Claro tia. - Ela nem precisava perguntar. Vejo ela sair calmamente. Dona Martha podia aparentar ser forte, mas eu já à vi chorar no leio do filho, e a consolei muitas vezes, da mesma forma que ela me consolou. 

- Jay. - Ela me olhou da porta. - Posso comprar um lanche pra você?

- Tudo bem tia. - Ela sai, pego na mão do Leo, sempre macia e delicada, ele dormindo parecia um anjo, seus longos cílios, sobrancelhas bem definidas, seu nariz e boca delicados, Toquei sua bochecha macia como uma pena. - Você é lindo pandinha, queria que você se olhasse com meus olhos.  - Respirei fundo. - Quando você vai
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