Victoria não se reconhecia mais. Mesmo enxergando seu rosto no reflexo do espelho do retrovisor, não conseguia se ver na imagem, ainda que nítida, que seus olhos focavam curiosos a todo momento.
Ela encostou sua cabeça no banco de couro bege, e abriu a janela, sentindo o vento tocar seu rosto, secando a lágrima que escorria em seu olho esquerdo. Mesmo a limpando discretamente, ela insistia em estar lá, a lembrando da tristeza instaurada dentro de si. A lembrando do seu coração danificado, e do