— Sarinha, jura que imaginou que fosse ele? — A risada do outro lado da linha causou um espasmo na mão de Sara. Seus dedos se apertando em volta do aparelho contra sua orelha, desejando que fosse o pescoço daquela mulher. — Nós duas sabemos que ele está nos braços da amante e nem lembra que você existe.
— Isso é mentira — gritou esganiçada, sentindo a garganta travada por causa do choro antes da ligação, e do bolor causado por - mesmo negando - concordar com o que ela dizia.
— Mentira? Por favo