— Ai, porra — sibilei.
— Shhh! — ela levou o dedo aos lábios, com os olhos selvagens.
— Milena? Vou abrir a porta, tá?
— Não! — Milena gritou, pulando da cama num movimento só. — Não abre, mãe! Estou pelada!
Peguei minha calça do chão e tentei vestir correndo, mas Milena me empurrou de novo.
— Deba