Olhei para a Polaroid do abdômen dele sobre o meu travesseiro, a pinta em forma de coração me encarando.
Se não fosse a probabilidade de isso dar muito errado, eu já estaria la, com esse homem pecaminoso. Sentando gostoso nele.
Isso era uma tormenta.
— Eu posso te dar muito mais do que isso.
ele disse, voltando àquela seriedade magnética.
— Você tem a chave agora. O meu número está na palma da sua mão.
Olhei para o papel com o número escrito à mão.
O perigo de ser descoberta, a