Ao entardecer daquela sexta-feira, onde o sol banhava o mar em volta da ilha, Júlia estava sentada na cama completamente imóvel, com as costas eretas, as mãos sobre as coxas e os olhos azuis fixos no espelho da penteadeira. O seu quarto rosa parecia de uma princesa.
O sofrimento a envolvia, como o abraço de um velho amigo, apesar da ausência dè lágrimas e das feições controladas. Ela estava pronta para se casar com um homem que nunca tinha visto. Durante o café da manhã, seu pai lia o jornal e