Era hora do café da manhã. Depois de derrubar a última gota da minha bebida, mas ainda assim me sentindo estranhamente feliz, saí do quarto. Os corredores do palácio eram longos e imponentes, cobertos por tapeçarias antigas e iluminados pelos raios dourados do sol que atravessavam as altas janelas. Cada passo ecoava suavemente, como se o silêncio ali fosse uma presença quase palpável. Caminhei até a sala de refeições, e quando as portas se abriram, meu coração deu um salto.
A primeira coisa qu