Eliz,
A noite avançava devagar, o silêncio da casa quebrado apenas pela respiração ainda irregular de Kael, deitado no pequeno sofá da sala, o corpo imóvel sob o cobertor que Briana tinha ajeitado sobre ele.
Sentei-me ao lado dele numa cadeira baixa, uma bacia de água morna sobre o colo, e comecei a passar um pano úmido devagar sobre sua testa, tentando ajudar a baixar a febre leve que se instalara horas antes.
Nunca, em toda minha vida, tinha imaginado que teria aquela chance — estar tão perto