Desço do carro e vou abrir a porta do passageiro para ela.
—Tem certeza?
Pergunto assim que ela sai do veículo.
—Sim, eu não quero acordar meu pai, amanhã pela manhã eu vou embora. Ela fala e assento com a cabeça.
—Tudo bem, fique à vontade. Falo abrindo a porta da minha casa.
Quando saímos do restaurante já se passava das onze da noite, Gabriela disse que não queria acordar o pai que toma remédio para dormir, então dei a sugestão de ela vim para cá, seus planos era ir para casa de Sandra, ma