Ares Sins
O caminho parecia interminável, como um corredor cinzento e abafado que absorvia o som dos meus passos como se quisesse isolar a minha dor do resto do mundo. Assim que atravessei a porta principal, o ar frio da noite turca bateu contra o meu rosto, mas não foi suficiente para anestesiar o fogo que queimava no meu peito.
Eu precisava sair dali. Precisava de espaço, de oxigênio, de qualquer coisa que me impedisse de voltar correndo para aquele quarto e sacudi-la até que ela percebe