Mundo de ficçãoIniciar sessãoPatrick Silva Rocha
O sol daquela tarde de sábado atravessava o vitral da igreja, desenhando feixes de luz dourada pelo corredor central. Ao meu lado, Luan e Caio vestiam ternos cinza, impecáveis, compartilhando do mesmo olhar cúmplice e emocionado. Ajeitei o nó da gravata pela décima vez, sentindo as palmas das mãos levemente suadas, uma sensação completamente incomum para mim, mas perfeitamente compreensível dado o peso daquele momento. — Calma,






