Mundo ficciónIniciar sesiónQuando me levantei, o sol ainda nem tinha nascido. Maria estava deitada do mesmo jeito ao meu lado na cama do mesmo jeito que a coloquei. Só dava para perceber que estava viva porque o peito se movia com a respiração calma. O sono estava pesado. Imaginei que fosse por conta do cansaço do hospital e tudo que ela passou nos últimos dias.
O celular de Maria Fernanda estava sob a poltrona, ao lado da varanda. Tentei desbloquear, mas pedia senha. Digitei o







