(POV EVELYN/ALASKA)
Eu não fugi de Montreal. Eu não peguei um voo para Toronto, nem tentei me esconder nas sombras de uma cidade desconhecida. Eu apenas voltei para casa.
O apartamento antigo em Saint-Henri, aquele mesmo espaço pequeno onde Noah, meu avô Étienne e Liam dividiam os dias antes de o mundo capotar, continuava lá. As paredes tinham o cheiro de madeira velha e café passado, e a chave girando na fechadura foi o som mais libertador que ouvi em dois meses. Voltei a ser apenas a Alaska.