Oryan já está condenado, Hanna.
Hanna
Oryan riu.
Ele levantou e veio calmamente até mim, seu corpo forte, nu e sua ereção ainda aparente me fez engolir o excesso de saliva. Eu estava me tornando uma pervertiva de primeira. Olhar para ele assim me tirava da linha de raciocínio.
Oryan agarrou meus cabelos e puxou, fui obrigada a encará-lo.
— Eu aceito essa sua língua atrevida, até acho divertido, mas há um limite que posso tolerar. Eu já disse que você não vai. Não se atreva a me desobedecer.
— Caso eu não obedeça, vai me matar