CAPÍTULO 100: A CONTRAOFENSIVA
EVANDER
Dois dias se passaram desde que a bomba de Pâmela começou a destruir a minha reputação. O meu assessor de relações públicas, um homem que raramente perde a compostura, entra no meu escritório pálido, carregando um tablet. Ele me mostra as entrevistas, o sensacionalismo, o boletim de ocorrência e as fotos dos hematomas forjados.
O meu mundo ferve. A bile sobe pela garganta.
— Filha da puta! Desgraçada! — rujo, o soco que dou na mesa faz os objetos vibrarem.