Selena encosta na cabeceira da cama, segurando o colar.
“Do que adiantou esse tempo, se não mudei nada? Apenas me deixei levar?”
Fecha os olhos. Estar sem Pandora é como estar sem apoio.
“Não… preciso agir. Até agora não fiz nada concreto. Só segui o fluxo, me mantendo distante.”
Ela abre os olhos. Pela primeira vez, decide por conta própria. Coloca o colar no pescoço e se levanta.
O telefone toca. Ela atende sem olhar para o visor.
— Alô?
— Selena? Desculpe ligar tão cedo, mas estamos com