Mundo de ficçãoIniciar sessãoSegundo Volume da Saga "Elementais" conta a história de Ambhar e continua a história de A Esquecida, num mundo de magia.
Ler maisOs navios continuaram cortando os mares e já ao final do dia eles atracaram próximos a ilha. Alguns resolveram descer, outros ficaram nos navios mesmo.Tarwin mergulhou junto a seus tritōes e sereias para averiguar as águas.Não viram nada que parecesse ameaçador. Ficariam na ilha por um ou dois dias. A maioria dos que estavam nos navios foram para a ilha.Montaram as barracas e as fogueiras. Juntaram as provisões e sentaram junto às fogueiras, cozinhando. Já era meia noite e haviam deixado para jantar na ilha. Muitos dos que estavam responsáveis pelas refeições já haviam adiantado no navio a cocção dos alimentos mais demorados e os finalizaram na ilha. As mesas e os bancos foram montados em volta das fogueiras.Alguns cantarolavam, o que lembrou a todos que Ambhar também cantava. Obviamente pediram a ela que cantasse. Kas
Ambhar se despediu de Emeraldy e foi direto para o salão de refeições do navio. Precisava comer e recarregar as energias. Ficou pensando, sua irmã Em das três, era a que mais tinha controle sobre si mesma e só demonstrava algo para Ambhar e Saphyre. Até mesmo com os pais ela era reservada. E mesmo sendo mais aberta com as irmãs, ainda tinha muito que ela não falava ou demonstrava sentir. Ela não havia dito muito sobre o rapaz que estava envolvida e acabou que era Borag. Não disse muito sobre absolutamente nada do que sentia ou o que havia vivido naqueles meses e não havia dito nada sobre seus poderes. Fayne e Sora falaram que ela era a que melhor controlava seus poderes. Ela é Saphyre haviam explodido ou colocado fogo em lugares apenas ao beijar e sentir desejo por seus parceiros e Emeraldy nada. Havia deixado passar esse detalhe, mas sabia que provavelmente isso se deu por Em ter aprendido a controlar primeiro que Ambhar e Saphyre, antes de beijarem seus parceiros. Seus poderes tin
Ambhar levantou da cama, deu um beijo em Kasphio. Precisava trocar de turno com Fayne. Eram quase sete horas da manhã, ainda teriam mais um dia de viagem e a noite estariam chegando na ilha que haviam combinado, seria a última que eles conheciam. O limite de até onde a raça deles havia ido. Não se lembrava o nome da ilha, mas disseram que ela era a maior que eles iriam visitar, tirando a ilha de Faleey obviamente. Nele iriam descansar e refazer as energias e reabastecer os porões dos navios e as cestas dos dragões, para voltar a navegar e procurar a fonte de vida primária. Ambhar passou pelos corredores enormes e após, subiu as escadas até o convés principal. Além de Fayne, ainda via-se mais três dragões da guarda e a tripulação que estendia as velas, mexendo em cabos e fios enquanto o capitão manobrava para que o vento inflasse os panos e os levasse em alta velocida
Sírius subiu e novamente se recostou à amurada, atento, olhava em todos os lugares. O convés estava vazio, todos já haviam ido dormir. Estavam em alta velocidade. E ele queria manter sua mente focada nos perigos que poderiam vir em direção deles. Ele não queria pensar em Emeraldy neste momento. Era a hora errada para se ter um romance. Precisavam focar na viagem e nos perigos à frente . Talvez ele estivesse maluco por prestar atenção à curva de seus lábios, aos cabelos macios e a pele de cor ambarina deliciosa e macia. Ele podia sentir o cheiro da excitação dela, de longe. Um cheiro que lhe dizia que ela era dele. Assim como ela era em seus sonhos. Estava enlouquecendo por querer viver isso em uma viagem perigosa. E ela não deixava de procurar por ele, por sua companhia, sempre procurando por seu olhar ou pelo toque em sua mão. E agora, que beijou seus lábios, sentiu seu sabor, sua língua quente e sinuosa, molhada na dele, tornaria ainda mais difícil para ele se concentrar. Teria qu





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