A DELEGADA E O GERENTE DA BOCA
A DELEGADA E O GERENTE DA BOCA
Por: PalomaKemm
PRÓLOGO

PRÓLOGO

Leila narrando

—  Mauro? – eu chamo por ele assim que saio do quarto arrumada para delegacia, encontro Ravi brincando sentado no tapete junto de Alice.

—  Papai está no telefone.

—  Onde? – eu pergunto

—  Ali na cozinha – ela aponta e eu vou em direção a cozinha e encontro ele dando tchau.

—  A gente se fala mais tarde, agora estou ocupado – ele fala e se vira com o celular nas mãos – Leila – ele fala sorrindo – você está linda, sabia?

—  Com quem estava falando? – eu questiono

—  Marcos – ele fala – resolvendo problemas de Nova York, eu não quero ter que voltar para lá em breve, não quero ficar longe de você e das crianças – eu sorrio para ele e ele se aproxima me dando um beijo – você já está indo?

—  Sim, tenho uma coisa importante para resolver na delegacia.

—  O que é?

—  Nada de mais, problemas e mais problemas, você leva as crianças na escola?

—  Sim, fica tranquila. Eu deixo os dois na escola mais tarde – eu assinto – eu amo você – ele fala me pegando pela cintura.

—  Eu também – eu sorrio para ele.

Eu entro dentro do carro e vou em direção a delegacia, assim que chego, Ynaiana vem ao meu encontro.

—   Delegada, descobrimos o endereço através do rastreador de um dos carros roubados ontem – ela fala

—  E onde o carro está?

—  No morro da maré – ela fala

—  No morro da Maré? – eu pergunto 

—  Sim – ela fala – vamos abrir uma operação?

—  Não , espera – eu falo lembrando de tudo que tinha acontecido no morro da Maré.

—  Conseguimos fotos do carro entrando no morro e dos traficantes, vou mandar revelar e te levo na mesa.

—  Faça isso – eu falo.

Essa era uma investigação que o supervisor tinha passado para mim, mas eu acho que nem ele contava que o morro da Maré poderia está no meio disso.

—  Aqui – Ynaiana fala entrando depois de um tempo na minha sala.

—  Obrigada – eu falo pegando as fotos

Eu olho todas as fotos até que reconheço Lk em uma delas e ele parecia nervoso com a arma apontada para um dos vapores.

—  Delegada? – ela pergunta me encarando

—  Ynaiana, essas fotos não pode sair daqui – eu olho para ela – precisa ficar em sigilo, até eu decidir qual será o próximo passo.

—  Ok.

—  Eu quero que continue rastreando esse carro, se por acaso alguma peça que tenha o rastreador sair de dentro do morro, e avise imediatamente que a gente vai atrás.

—  Ok.

Eu olho novamente as fotos e não consigo acreditar que novamente estou investigando eles do morro da Maré.

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