Mundo de ficçãoIniciar sessãoO TELEFONEMA DA DESONRA
LEONORO silêncio na ala residencial que Alexander nos destinou dentro da mansão é sufocante. Pela janela, consigo ver os seguranças Vance e Kaelen patrulhando o perímetro com a rigidez de soldados em tempo de guerra. No centro do quarto, Arthur permanece imóvel em sua cadeira de rodas, com os olhos fixos no vazio e lágrimas silenciosas banhando suas rugas. O remorso dele é uma ferida aberta que não para de sangrar.Olho para o telefone cel






