MARTA
Ela entrou no quarto do paciente com Guinevere. Teve que esperar já que o homem estava pedindo por ela e foi chamada assim que ele acordou.
— Sr. Pete. Como você está se sentindo? — Ela perguntou com um sorriso caloroso.
O homem podia ter dormido por muito tempo, mas ainda parecia tonto.
Ele deslocou os olhos para Guinevere. — Pedi pela mulher que me curou.
— Pediu. E ela está na sua frente — Guinevere franziu as sobrancelhas.
O homem deu a Marta um longo olhar antes de balançar a cabeça. — Ela não é... Ela não é.
Calafrios se espalharam pelo abdômen de Marta. Era por isso que ela estava relutante em vê-lo. Mas Guinevere continuou insistindo, dizendo que a satisfação do paciente era importante. E não havia muito que Marta pudesse fazer para ir contra sua superior.
Ela colocou um de seus melhores sorrisos enquanto se dirigia a ele novamente. — Senhor, entendo que esteve em coma por muito tempo. Provavelmente está confuso e...
— Não. Eu a vi. Sei como ela é. Preciso vê-la.