O sabor das bolhas de champanhe e o calor dos lábios de Lucas eram uma combinação acolhedora, trazendo uma leveza que há muito tempo eu não sentia. O beijo durou o tempo exato para selar uma escolha: o toque de Lucas não tinha o peso sufocante das correntes de Henrique, mas sim a promessa de um caminho sem sobressaltos, pautado pelo respeito e pela transparência. Quando nos afastamos devagar, a respiração de Lucas veio um pouco mais rápida. Ele abriu os olhos claros, trazendo um brilho intenso de surpresa e fascínio, e manteve as mãos com gentileza sobre a minha cintura. — Eu definitivamente não esperava por isso... mas adoraria repetir mais mil vezes — Lucas confessou, num sussurro sincero, descansando a testa contra a minha por um segundo. — Apenas vamos vivendo o momento, Lucas — respondi, sorrindo com suavidade e deslizando os dedos do seu ombro até o peito. — Sem expectativas, sem rótulos e sem pressa. — Para mim, o seu tempo é perfeito — ele afirmou, selando nossos lábios nu
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