Você e eu não temos nada a ver com isso! Essa criança não é sua!— Não minta para mim! — rugiu Ian, perdendo por completo o controle que tanto o caracterizava. Ele a agarrou pelos ombros, sacudindo-a levemente, com os olhos safira ardendo de dor, traição e raiva. — Você me enganou! Fingiu que tudo havia terminado e foi embora levando o meu sangue!— Porque se eu ficasse, eles iam me destruir, e você nunca esteve lá para me proteger! — retrucou ela, libertando-se de seu aperto com um puxão violento, com lágrimas de pura raiva queimando suas bochechas. — Olhe bem para mim, Ian. Legalmente, você não é ninguém. Nos documentos dele só existe o meu sobrenome. Eles são meus. Por isso, proíbo você terminantemente de se aproximar deles. Agora, saia da minha casa.Ian apertou a mandíbula até que seus dentes rangeram. O impulso de gritar, de destruir os móveis e reivindicar o que era seu ardia em suas veias, mas de repente, o peso da realidade o esmagou.Eles eram três. Tinha três filhos de cinc
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